Laje Negra, penedo da peneirada,pocinho, ponte das tábuas, fonte da cal, lugar do souto, etc
Nas férias de verão, na páscoa percorremos o monte e estes lugares inúmeras vezes, contavam-se histórias de outros tempos, o porquê dos nomes, mas hoje lembro-me de poucos.
Seria de veras um trabalho interessante fazer um levantamento dos nomes dos lugares de Balugães, das possíveis origens dos mesmos e das histórias associadas.
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Esqueceste a citânia! Ainda há bem pouco tempo a visitaste comigo, ao fim da tarde, quando o sol já se afundava, lá ao longe, no mar de Viana do Castelo. Situada no monte Carbona ou Carmona, nos limites de Balugães de Barcelos com Carvoeiro de Viana do castelo, foi parcialmente escavada, e podemos ver, agora, as casas circulares da época «castreja».
ResponderEliminarO panorama é deslumbrante, para onde quer que se dirija o nosso olhar.
Costumo dizer aos que me visitam em Balugães: quem nasce aqui e olha à sua volta, torna-se poeta sem dar por isso.
Deve ser lindo. Não tenho muitas lembranças de Arganil e São Pedro, dos meus tempos de menina, mas hoje quando lá vou e olho para o verde em volta, a Nª Srª do Mont'Alto ou percorro os caminhos onde "ia às amoras"(silvestres, claro) sinto uma enorme sensação de calma, um bem estar que gostava durasse sempre. Não tenho alma de poeta, mas compreendo a sensação.
ResponderEliminarUm abraço.
H
Aposto, Nailini, que tens mesmo alma de poeta. Faltam, talvez, as palavras que revelem essa emoção que te invade e a calma que te acaricia como uma brisa morna, à tardinha, no verão.
ResponderEliminarNada se perdeu daquelas emoções experimentadas. A prova é que estás agora a revivê-las, como se tivesses carregado no botão «on-line» das memórias da vida. A verdade é que,
para o bem e para o mal, somos o nosso passado e o nosso presente.
Também conheço Arganil. E banhei-me nas águas, ainda límpidas, do rio Alva, na companhia de quatro amores pequeninos...
Os meus lugares foram sempre junto ao mar: a Linha de Cascais e a Praia da Areia Branca (e aldeias próximas). A minha noção do espaço parece curta e uni-dimensional: ou mais para cima, ou mais para baixo, ao longo da Costa. Mas sempre um olho no finito e outro no infinito.
ResponderEliminarForma perfeita de expressar a nossa liberdade: «um olho no finito e outro no infinito». Sem esquecer que a liberdade das liberdades é a consciência desta realidade. Sabemos que, da Praia da Areia Branca, podemos viajar até à última das galáxias, como se não existissem o tempo e o espaço que nos separam delas. Mas existem e sonhamos vencê-los, nem que demore cem mil anos. Não estaremos lá, os que sonhamos hoje. Tal como não chegaram a contemplar, extasiados, as catedrais renascentistas, aqueles que colocaram as primeiras pedras das suas fundações. Mesmo assim, não trocariam por ouro nenhum o sonho de as ver de pé.
ResponderEliminarIsto só mesmo da gente que somos.