Onde eu escrevi que para a reencarnação ser um facto, o corpo a reencarnar teria de ser uma «cópia integral» do "falecido", afirme-se também que essa «cópia» teria de ser a do momento da morte, pois só assim transportaria consigo as emoções, os sentimentos e os pensamentos "actualizados".O erro do garoto do filme foi apresentar-se como uma cópia desactualizada...
Palavra de honra, a reencarnação parece-me uma coisa tão simplória que nem dá vontade de falar nela. Mas como tantos falam e acreditam, aqui fica uma ideia diferente, alavancada (como agora se diz) nos resultados das pesquisas da neurociencia.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
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