Retomando a ´história do "dedo e do gesto", do anterior comentário do Luis, posso imaginar este a ser feito na minha direcção e a significar qualquer coisa como "querias compreender a física quantica, não!..."
Nada demais, quando são os maiores físicos a afirmar que quem diz que a compreendeu é porque não entendeu mesmo nada.
Mas é fascinante ler as exposições de Peter Atkins, Brian Greene, Michio Kaku ou Paul Davis, que nos deixam a "cismar" acerca de como a partir de um mundo tão incrivelmente subtil(já não me atrevo a dizer pequeno)se chegou à estrutura onde emergiu a mente consciente.
Como pedrada no charco, aparece o prémio Nobel da física, Robert B. Laughlinh a escrever "que os maiores mistérios da física não se encontram nos confins do universo, mas bastante perto de nós" (In Um Universo Diferente).
Logo no prefácio, lança o desafio a físicos e filósofos: "Na mente humana coexistem dois impulsos primários e em conflito - um que nos leva a simplificar um objecto nos seus constituintes básicos, outro que nos leva a olhar através desses constituintes para atingir conclusões mais abrangentes". E prossegue: "À beira-mar, por exemplo, muitos reflectimos sobre a majestade do mundo, embora o mar seja, na sua enssencia, um buraco cheio de água salgada". Mas, acrescentará logo de seguida, "ver o mar como simples e finito, como faria o engenheiro, é animistico e primitivo, enquanto vê-lo como uma fonte infinita de possibilidades é avançado e humano".
Não só eu não contesto, como digo que assim falaria também o filósofo.
domingo, 22 de maio de 2011
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
No outro dia pus-me a ler umas coisas sobre teoria de cordas. Fiz um certo esforço, palavra! Tirei daí a justa recompensa: não percebi um chavo.
ResponderEliminarHá coisas mesmo difíceis.
Eu também já li qualquer coisa e fiquei a saber que existia a teoria das cordas. Muito "elegante" como dizem os entusiastas. Mas eu nem cheguei a ver-lhes as "curvas" para poder emitir uma opinião.
ResponderEliminar